2005/08/22

"AFRICANDAR"

Os irmãos mais novos são assim: crescem e chegam ao despautério de nos desafiar. E o mais grave é que, às vezes, nem reparamos nos desafios. Assim aconteceu neste 1º de Agosto. O Fernando Alves, meu companheiro , meu avil desde há anos, meu camarada de armas em ponderosas batalhas de letras - letras homéricas - desafiou-me a um blogue. Que "as minhas conversas lhe fazem "b(o)ué de sede". E só hoje reparei no desafio dele. A minha resposta parece tardia, mas, de facto, ela é muito pronta, a seguir ao momento da leitura
O Luís Sequeira , que não conheço, mas cujo blogue (O Abnegado) frequento com o maior prazer, dispôe-se a esperar pelo nosso blog, blog, blog... "AFRICANDAR"Sempre foste bom para os títulos, Fernando (sabes que consigo sempre descobrir a tua crónica no DN naquela emaranhado de critérios da página da Net pelo título?)
Pois então, está resolvido. Africandemos e convoquemos os restantes membros da Tribo a africandar connosco. Esperamos que eles se apresentem. Enquanto isso, vou abrindo o blogue
Teremos, de certeza, uma leitora simpática, Lyra - que no mesmo 1º de Agosto escreveu no Romeiro esta simpatia: "gosto de ler estas memórias". Pois, eu também gosto de ler a "Barca de Lyra".
PS - Já está "no ar": africandar.blogspot.com
Espero que esta seja mais uma viagem inesquecível. O primeiro post fala do meu fascínio pelos combóios do CFB. Quem quer subir?

2 comentários:

LS disse...

Caro Leston, deixe-me dizer que fico particularmente feliz pela criação do "Africandar" estarei, diariamente, exercitando o gosto da leitura maior.
Entretanto, fico satisfeito por saber que partilhamos uma "arte": também sou capaz de encontrar (como se fora um fio de Ariadne) a crónica do Fernando Alves nas ligações do sitio do DN apenas pelo título, é, digamos assim, um sinal!
Obrigado pelas palavras gentis.

fernando alves disse...

É bom conversar convosco nestes preparos. Do outro lado da porta, o Gilão sobe ao nível do asfalto,levanta as àguas ao sol da tarde, enquanto eu espreguiço martrindindes na margem. Gostava que vocês, Leston e Luis, se conhecessem. Que eu fizesse as honras, saúde e isso.Agora, tens de me ensinar a apanhar este comboio em qwert distante,seilá onde é que se liga o pinchavelho...
Mas é como se estivesse a pedir uma cuca fresquinha à sombra da àrvore-mãe, no Bar Ferreira. Benguela, sim.Estou contente e nem me pergunto porquê. Deixem-me dar só mais umas braçadas no mar de Cacela.
Até já.